

Via Sacra - Josemaria Escrivá
A Via Sacra não é um exercício triste. São Josemaria ensinou muitas vezes que a alegria cristã tem as suas raízes em forma de cruz. Se a Paixão de Cristo é caminho de dor, é também a rota da esperança e da vitória certa. Assim o explicava numa de suas homilias: – Pensa que Deus te quer contente e que, se tu fazes da tua parte o que podes, serás feliz, muito feliz, felicíssimo, ainda que em momento nenhum te falte a Cruz. Porém, está Cruz já não é um patíbulo, mas trono do qual reina Cristo. E a seu lado encontrarás Maria, sua Mãe, Mãe nossa também. A Virgem Santa te alcançará a fortaleza de que necessitas para caminhar com decisão, seguindo os passos do seu Filho (do Prefácio de Álvaro del Portillo).
A compaixão de Maria: Setenário das dores de Nossa Senhora - Geovane Luís da Silva
São poucos os textos do Novo Testamento que falam da presença e atuação de Maria na obra redentora da humanidade, mas isso não significa que a sua presença seja algo acidental ou acessório. Sem ela, o Evangelho perde a sua concretude. Nestes dias que antecedem a Semana Santa – celebração da paixão, morte e ressurreição do Senhor –, voltamos o nosso olhar para Maria, e a contemplamos unida ao sacrifício redentor de seu Filho na cruz. Ao longo do livro, percorre-se um itinerário de meditações sobre as dores que sentiu a Mãe de Jesus ao longo de sua vida, e são lembrados os acontecimentos que melhor ilustram sua presença na vida do Filho: o episódio da apresentação de Jesus no Templo e da fuga ao Egito; o dia em que Jesus se detém no Templo, separando-se de seus pais na caravana; o sofrimento de Maria ao lado de Jesus ao longo do Calvário, da crucificação e do sepultamento. A vida inteira de Maria foi tecida de amor e dor, assim como a vida de todos nós. Compaixão de Maria é símbolo da existência da Mãe unida ao seu Filho, edificada no amor e na dor, resplandecendo a beleza do amor humano na sua plenitude e radicalidade.
José, pai do Filho de Deus - André Doze
São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, muito querido na fé do povo, celebrado oficialmente no dia 19 de março e também no dia 1o. de maio, Dia do Trabalho, após ter sido proclamado protetor e modelo dos trabalhadores. Sobre ele pouco se sabe. Segundo os Evangelhos, José era descendente do rei Davi, carpinteiro de profissão, aquele a quem Maria estava prometida em casamento quando ela "encontrou-se grávida pela ação do Espírito Santo". Não há registro de nenhuma palavra que tivesse sido proferida por ele. Sua participação no Novo Testamento, que corresponde ao período da infância de Jesus, é marcada por seu comportamento justo, suas ações como esposo e pai atencioso, protegendo Maria e seu filho Jesus desde o início e exercendo sua missão de pai humildemente e de modo exemplar.
Jesus de Nazaré - Da entrada em Jerusalém até a Ressurreição - Joseph Ratzinger
Neste livro, o saudoso Papa Bento XVI desenvolve um olhar sobre o Jesus dos Evangelhos e procura refletir sobre as palavras e as ações de Jesus. Ele busca condenar a violência cometida em nome de Deus e mostra sua opinião de que o povo judeu não era responsável pela morte de Cristo. No gesto das mãos abençoadoras exprime-se a relação duradoura de Jesus com os seus discípulos, com o mundo. Ao partir, Ele ergue-nos acima de nós mesmos e abre o mundo a Deus. Por isso os discípulos puderam transbordar de alegria quando voltaram de Betânia para casa. Na fé, sabemos que Jesus, abençoando, tem as suas mãos estendidas sobre nós. Tal é a razão permanente da alegria cristã.
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