Por meio da oração, somos convidados a rever nossas ações, buscando sermos pessoas melhores. Em nosso momento particular com Deus, quando colocamos nossos corações ao Seu dispor, confrontamos aquilo que mais pesa em nossa alma.
“Alguém de vós está sofrendo? Reze” (Tg 5,13-14)
Durante o ano jubilar da esperança, somos convidados a nos reconciliarmos com nós mesmos e com todos a nossa volta, inclusive com Deus. Por meio da oração, da confissão e do perdão, podemos alcançar essa graça.
O Jubileu, instituído pelo Papa Francisco, nos mostra um caminho para perdoarmos e nos arrependermos para, por fim, nos reconciliarmos.
“Esse é o recomeço da vida nova: iniciada no Batismo, recomeça pelo perdão. Não renunciemos ao perdão de Deus, ao sacramento da Reconciliação: não é uma prática de devoção, mas o fundamento da existência cristã; não se trata de saber dizer bem os pecados, mas de nos reconhecermos pecadores e de nos lançarmos nos braços do amor de Jesus crucificado para sermos libertados; e isso não é um gesto moralista, não, mas a ressurreição do coração: o Senhor ressuscitado nos ressuscita, todos nós”, disse o Santo Padre, durante a Celebração da Penitência, em março de 2024.
Saiba mais sobre o Jubileu da Esperança
Reunirmo-nos para rezar o Terço é um sinal de fé que transpassa nossas limitações, tornando-nos um ao orar. É o que o Terço dos Homens proporciona àqueles que fazem parte do movimento, um espaço de oração, com pessoas prontas para acolher quem precisa e a oportunidade de se reconciliar com os outros e consigo mesmo.
“Pegue firme no Rosário e peça a intercessão de Nossa Senhora de Aparecida, que ela nos coloca na estrada da vida”, exorta Paulo Roberto Soares de Araújo, membro do Terço dos Homens da cidade de Alterosa (MG), que conta como a oração do Terço mudou sua vida.
O coordenador do grupo, Isaías José da Silva, diz que é preciso perseverar na oração, rememorando como as reuniões de Alterosa começaram.
“Aqui os encontros acontecem desde maio de 2008, quando aproximadamente oito homens iniciaram as reuniões semanais. Foi um tempo difícil de construção e desafios, no qual as pessoas pareciam ter vergonha de rezar o Santo Terço e mal se conseguia cinco homens para cada um rezar os mistérios”, lembra Isaías.
“O nosso movimento se expandiu, e hoje somos quase 400 pessoas cadastradas”, relata o coordenador, orgulhoso de tudo o que já conquistaram até aqui e da força de suas orações em grupo.
Paulo, que começou a frequentar o grupo há pouco mais de três meses, conta sua experiência de fé com o Terço. “Eu era uma pessoa alcoólatra, que bebia todos os dias, cheguei ao ponto da minha mulher falar para mim ‘ou eu escolhia a família ou a vida que eu estava levando’”, continua o homem do terço contando sobre as dificuldades que enfrentava antes de conhecer o terço.
“Até que a minha esposa se cansou e me falou para procurar tratamento. Fui, busquei sim tratamento, mas o tratamento mais forte que encontrei foi no poder das orações e encontrei por meio do Terço dos Homens”, explica Araújo.
Ser um homem do terço é ser devoto de Nossa Senhora. A devoção mariana está intimamente ligada ao carisma do Terço dos Homens, que acolhe a tantos e neles faz brilhar os olhos, com tanta fé e carinho pela Mãe de Deus.
“Com muita organização, diálogo, respeito, inclusão e transparência, nosso grupo se consolidou e hoje caminha com as bênçãos de Nossa Senhora Aparecida, nossa patrona. Hoje, estar à frente desse grupo tão maravilhoso é sinal da graça de Deus”, reforça Silva, já há tantos anos acompanhando o grupo em suas reuniões e peregrinações ao Santuário Nacional.
Para ele, rezar o terço mudou sua vida e de sua família e a tudo isso ele agradece, “que Deus continue abençoando nosso santo terço”, conclui.
Sob orientação espiritual do Pe. Filipe Cancian Zanetti, o grupo se reúne todas as terças-feiras, às 19h30, para a reza do Santo Terço, na Paróquia São Joaquim, em Alterosa.
O Ano Santo nos convida à peregrinação, conversão, reconciliação. Tanto é possível para aqueles que rezam o Santo Terço, encontrando nele a paz que procuravam.
“Neste ano jubilar, nossa Paróquia São Joaquim completa 175 anos de fundação, e temos mais esse motivo para agradecer. É muito gratificante caminhar ao lado da Mãe, seguindo nosso Bom Jesus. A cada Ave-Maria que rezamos subimos um degrau que nos aproxima do Reino dos Céus. Salve Maria!”, encerra.
“Sede bondosos e compassivos uns com os outros” (Ef 4,32)
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