Rezamos com piedade que Jesus morreu na cruz para nos salvar. Mas será que foi para pagar com seu sofrimento os pecados da Humanidade? E por que pagar se Deus é infinitamente bom e misericordioso?
Essas perguntas ajudam a entender como Deus misericordioso nos salva. Ele toma a iniciativa de nos criar e nos amar: “De tal modo Deus nos amou que nos enviou o seu Filho” (Jo 3,16), para aprendermos a ser também Seus filhos e filhas, e isso significa aprender e assumir o Amor infinito de Deus em nós. A vontade de Deus é o bem de todos e de cada um. É certo que temos limitações e com isso aparecem dores e sofrimentos, mas são chances e desafios de aprendermos a amar. O problema é a maldade, que não é vontade de Deus, mas resulta da liberdade que temos para escolher amar. Demoramos para aprender essa escolha; e muitos nunca aprendem. Aqui entra Jesus não como expiador de pecados, mas como Mestre que ‘tira o pecado do mundo’ nos ensinando a vencer a maldade em nós e entre nós. Como Ele fez para ensinar?
Jesus assumiu inteiramente a condição humana, inclusive as tentações, menos o pecado, a maldade, com a missão de nos ensinar a Bondade. Dizem os especialistas que no começo Jesus achava que bastaria sua pregação para o povo se converter. De fato, Ele empolgava, mas depois se desiludiu ao mostrar a exigência de assumirem as atitudes práticas de bondades que Ele comparou ao “pão da vida”, “sua carne e seu sangue”. Até seus discípulos o abandonavam (Jo 6,67-69). Jesus viu então que a forma de ensinar tinha que ser outra: tinha que mostrar a coragem de amar até as últimas consequências. A partir daí foi percebendo o desfecho de ser crucificado e começou a alertar os discípulos. No fim chegou mesmo a rezar pedindo que “se possível, passe de mim esse cálice sem que eu o beba” (Mt 26,39-42). Mas foi até o fim. Deu sua vida, mostrando o amor, o único caminho de vencer a maldade.
Vamos então melhorar nossa compreensão sobre a morte de Jesus e ver nela o Amor infinito de Deus por nós. Amor realista que nos convida insistentemente a termos coragem de amar, partilhando nossa vida com as pessoas, especialmente mais necessitadas. Ele mesmo garantiu: “vou estar com vocês até o fim dos tempos” (Mt 28,20).
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