Leia MaisBolhas digitais: quando a ficção se fantasia de realidadeOuçamos a CNBB sobre os perigos da manipulação religiosa e fake newsHá um filme com o título de “Lucy”, em que a personagem que dá nome ao filme, vivida pela atriz Scarlett Johansson, é vítima de um acidente envolvendo uma droga sintética.
Depois disso, ao invés de usar 10% do seu cérebro, como os demais seres humanos, ela consegue desenvolver as partes que até então não estavam ativadas. E passa a realizar façanhas com o poder do pensamento. Para ela não há mais limite de tempo e de espaço.
Existe uma afirmação de que nós, seres humanos 'normais', não usamos mais do que 10% de nosso cérebro. E sempre nos perguntamos se um dia chegaremos a usar a totalidade de nosso cérebro ou de nossa inteligência.
Segundo os dicionários mais gabaritados, inteligência é a capacidade de conhecer, compreender e aprender, levando a pessoa a adaptar-se a novas situações. Ao longo da história, o conceito de inteligência foi sendo completado e hoje é definido de diferentes formas.
Estudiosos afirmam que uma pessoa é dotada de 09 tipos diferentes de inteligência, sendo uma delas a emocional. A inteligência pode ser usada de diferentes formas, compreendida como uma das principais distinções entre os seres humanos e os outros animais.
O que é a Inteligência Artificial?
Hoje muito se fala sobre a Inteligência Artificial ou I.A, como aparece na mídia. Esse é um ramo de estudo da ciência da computação que se ocupa em desenvolver mecanismos e dispositivos tecnológicos (softwares) que consigam simular o sistema de raciocínio cerebral dos seres humanos, transferindo as funções humanas para as máquinas.
As pesquisas relacionadas com a inteligência artificial começaram há mais tempo e já mostram avanços e resultados significativos, mas ainda falta muito para que máquinas atinjam o conceito mais próximo do que seria a inteligência humana.
O grande medo, porém, mesmo parecendo coisa meio futurística, é que um dia as máquinas venham substituir os seres humanos total ou parcialmente em muitas de suas atividades. Preocupa também o uso que os seres humanos poderão fazer da inteligência artificial, pois ela pode ser usada tanto para o bem como para o mal.
O certo é que o uso cada vez mais intenso da I.A poderá levar à modernização de muitos processos nas organizações, otimizando diversas atividades do dia a dia.
Será preciso um Marco Regulatório?
No atual contexto de pesquisas e desenvolvimento, como o avanço do ChatGPT, uma das questões que está sendo levantada e que precisa ser levada em consideração é sobre a moralidade no uso da I.A. Existem questões morais preocupantes com a possível “domesticação” dos seres humanos, os riscos na sua “obsolescência” e se a Inteligência Artificial poderá tomar decisões em seu lugar.
A centralidade da pessoa e o seu bem-estar precisam estar acima de qualquer interesse, inclusive o econômico, porque isso sempre vem em primeiro lugar.
Pelo fato de haver muitas dúvidas sobre a moralidade no uso dos recursos da I.A., alguns especialistas pedem a interrupção das pesquisas para que se possa pensar na criação de mecanismos de regulamentação, fiscalização e controle na sua utilização.
Há um projeto em debate no Senado Federal para regulamentar a inteligência artificial no Brasil. Se aprovado, o texto que foi elaborado por uma comissão de juristas estabelecerá os direitos para pessoas afetadas pela IA, além de definir parâmetros de supervisão e fiscalização da tecnologia, tendo como parâmetros o respeito aos direitos humanos, à privacidade e aos valores democráticos.
Como tudo é novo, há de se ter mais cuidado no desenvolvimento e aplicação da IA, prevendo inclusive normas de avaliação de riscos e formas de se responsabilizar e punir alguma infração.
Mas a Inteligência artificial já é uma realidade e precisamos aprender a conviver com ela!
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