Espiritualidade

Você realmente renuncia os seus pecados?

Escrito por Laís Silva

09 FEV 2024 - 15H39 (Atualizada em 07 FEV 2025 - 11H02)

panitanphoto / Shutterstock

Estamos nos aproximando do Tempo de Quaresma, período em que somos convocados a intensificar nossas orações e fazer penitência.

A penitência é uma forma de renunciar aquilo que você gosta, ou aquilo que você faz exageradamente e atrapalha sua saúde, sua rotina ou sua vida.

Muitas pessoas renunciam a bebida alcoólica, excesso de tempo no celular, ou até mesmo de ações, como reclamar das coisas do dia a dia, e tudo isso é válido desde que você não volte a fazer tudo novamente quando a Quaresma acabar. Leia MaisAs cinzas apagam os nossos pecados?Papa sobre a ira: “é um pecado que destrói as relações humanas”

O mesmo é aplicado para os nossos pecados. Não adianta confessar seus pecados e depois de um período voltar para eles e consequentemente viver um ciclo vicioso.

Não devemos ser escravos de nossos pecados, devemos renunciar a eles e essa renúncia envolve a constante penitência. Pode e será difícil se manter longe de algum vício, mas é justamente aí que você deve ser forte para quebrar esse ciclo.

Erramos quando deixamos o pecado entrar em nossa vida, mas erramos ainda mais quando deixamos ele retornar, porque dessa forma nós o fortalecemos e nos tornamos cada vez mais dependentes deste pecado.

Se você não se arrepender verdadeiramente e não acabar com esse vício, andará para sempre em círculos, voltando sempre para o mesmo lugar.

Devemos nos arrepender de nossos pecados, mas jamais nos sentir impotentes diante deles, jamais nos sentirmos incapaz diante de Deus, pois Deus quer que cada um de nós corte esse mal pela raiz e para isso precisamos ser fortes e capazes disso. Papa Francisco refletiu sobre isso no encontro com a Dioceses de Roma, em 2018.

“Há uma sensação de impotência, mas o Senhor quer que cresçamos com a experiência da cura. É um sinal de redenção, um sinal de que ele veio fazer: curar nossas raízes. Ele nos curou completamente: a graça cura em profundidade. Não anestesia, cura”.

O caminho para a destruição do pecado é longo; por isso, é importante persistir, não desistir, rezar, procurar ajuda, acompanhamento espiritual e buscar sempre estar perto Deus.

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