Leia MaisComo lidar com a angústia do desemprego?Os desafios do desemprego no Brasil no Arquivo A A alta taxa de desemprego vivenciada no Brasil é de conhecimento geral, afinal, impacta a vida de toda a sociedade.
Com a pandemia, a questão ficou ainda mais latente, mas em setembro de 2022, de acordo com o Isto é Dinheiro, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), que antecipa os rumos do mercado de trabalho no país, voltava a subir em agosto, de forma que atingiu o maior patamar desde o final do ano anterior, gerando expectativas positivas para os meses seguintes.
Esse dado deve ser comemorado, mas com cautela. Isso porque o indicador ainda está em um baixo patamar e a situação não só no país, como em todo mundo, ainda não voltou ao ideal.
A situação que já é preocupante se torna mais urgente ao olharmos para os jovens. De acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), ao compararmos a situação dos jovens com adultos, eles têm três vezes mais chances de encararem o desemprego.
Conhecidos como jovens nem-nem, nem trabalham e nem estudam, eles somam 22% do número total de jovens no país. Entretanto, diferente do que muitos imaginam, esses jovens, na maioria das vezes, não ficam parados por vontade própria ou sem fazer nada.
Esse grupo, quando analisado a nível mundial, totalizam 23,3% dos jovens, maior número já coletado pela OIT desde 2005, quando iniciou sua coleta sobre tais dados.
Um dos grupos mais afetados são as mulheres, que em muitas das vezes são designadas para fazerem trabalhos domésticos, cozinhar, cuidar de filhos, e tudo o que não é registrado formalmente como uma ocupação, mas que demanda tempo e disposição.
Vale ainda ressaltar que caso essas mulheres fossem inseridas no mercado de trabalho e contratassem terceiros para prestar os mesmos serviços que elas faziam, a chance da “troca” não compensar financeiramente é grande; em outras palavras, o salário recebido iria para o pagamento destes terceiros.
Perspectiva perante a dificuldade
Mesmo em meio a uma realidade diferente da desejada, é preciso persistir na fé e na coragem de enfrentar os desafios e não desistir dos seus sonhos. Papa Francisco, em 2018, em encontro de jovens italianos para preparação do Sínodo em Roma, trouxe reflexões importantes sobre a perseverança na vida do jovem.
“O pessimismo te coloca para baixo, não te deixa fazer nada. E o medo te torna pessimista. Nada de pessimismo. Arriscar, sonhar e ir em frente”, disse o Papa.
“Transformar os sonhos de hoje na realidade do futuro, e para isto é preciso coragem. [...] À jovem diziam: “Não, não: estuda economia porque com isto [queria cursar Arte ] morrerás de fome” e ao jovem que “sim, o projeto é bom, mas tiremos esta parte e esta e esta...” e no final não ficou nada. Não! Levar em frente com coragem, a coragem diante das resistências, das dificuldades, de tudo aquilo que faz com que os nossos sonhos sejam apagados” – Papa Francisco.
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